segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Será que o Twitter vinga?

Uma enquete realizada entre estudantes da disciplina Jornalismo II, da UCSal, ampliou a discussão sobre o estabelecimento do Twitter como uma nova mídia de sucesso duradouro. Vale a pena conferir algumas opiniões.


Caroline Barreto, 22 anos, estudante de Relações Públicas: “Ferramenta de comunicação bem construída, porém má utilizada. Possuidor de uma bela função: transmitir informações de forma interativa. Bem como outras ferramentas de comunicação, o Twitter possui vantagens e desvantagens e cabe a cada um dos “twitteiros” utilizá-lo da forma mais adequada.”

Clarissa Mesquita, 21 anos, estudante de Relações Públicas: “O Twitter não tem muito tempo de vida, pois rapidamente criarão outro miniblog para substituí-lo. Prefiro textos maiores e mais explicados, pelo menos no que tange ao jornalismo. Acho o blog mais interessante.”

Fabiane Pereira, 27 anos, estudante de Relações Públicas: “O Twitter é mais uma ferramenta disponibilizada na internet para que população se comunique com o mundo de maneira rápida, objetiva e eficaz, tal qual é o ritmo de vida de grande parte das pessoas. Em minha opinião ele vai vingar sim e seu uso vai ser difundido cada vez mais, por possibilitar o acesso a um conteúdo especificamente escolhido pelo próprio usuário em sua página pessoal.”

Jefferson Santos, 22 anos, estudante de Relações Públicas: “Para o Twitter se estabilizar melhor ele terá que começar a ser utilizado com uma outra abordagem. Atualmente boa parte das pessoas que utilizam este tipo de mídia o faz de maneira bastante descompromissada, porém, já existem outras opções melhores que possuem este tipo de abordagem como o MSN, por exemplo. Acho que a melhor possibilidade de o Twitter dar certo é se começarem a usá-lo de maneira mais séria.”

Laís Braga, 22 anos, estudante de Relações Públicas: “Tenho a concepção de que é um meio de comunicação onde as pessoas interagem com sua informações, muitas vezes desnecessárias, ao invés de ter como objetivo acrescentar informações, sejam elas importantes do cotidiano, notícias interessantes, enfim, algo que realmente nos acrescentasse e nos deixasse informados sobre tudo da realidade. Um meio onde poderia ter informações, está tomando um outro rumo e “caindo” em um simples bate-papo, com comentários “chulos”. Por isso, não vingará”

Lorena Sales, 21 anos, estudante de Relações Públicas: “Definitivamente os sites de relacionamento vieram para ficar. Acredito que o Twitter, assim como todos os outros sites e blog’s já existentes, será substituído, mas nunca esquecido. Todas as ferramentas de comunicação tem suas vantagens e desvantagens, desta forma, se o Twitter for alimentado frequentemente com informações verídicas pode ser tornado uma excelente oportunidade para nós, enquanto Comunicólogos, de divulgar e colher informações de maneira mais rápida., além de interagir a respeito delas gerando críticas – às quais podem ser contributivas às pessoas ou organizações.”

Maína Dimas, 23 anos, estudante de Relações Públicas: “Na minha opinião o Twitter vinga sim. Acredito que esta ferramenta pode ser muito bem utilizada por empresas e a população em geral. Temos que abrir a mente e começar a enxergar oportunidades, fugindo da ideia de que o Twitter só tenha conteúdos inexpressivos ou fúteis, pois o que é fútil pra você, pode não ser fútil pra mim. Levando-se em consideração que as pessoas julgam como fútil aquilo que não seja do próprio interesse.”

O ''busu'' nosso de cada dia



É irrevogável que a maioria dos estudantes fazem uso do transporte coletivo todos os dias, mais conhecido como o busão nosso de cada dia. E se tem uma coisa que incomoda é o transporte coletivo. Incomoda por vários fatores:
  1. São 35 minutos perdidos do meu dia
  2. Os pedintes cara-de-pau ( nossa tem cada um que vc não acredita)
  3. O encosta daqui, encosta dali, tropeça de lá e taca a bolsa na sua cara aqui também insulta o meu humor;
  4. As freadas que os nossos motoristas carinhosos e fofinhos dão só contribuem ainda mais com os hematomas espalhados pelo corpo.
  5. Tem a parte chata de esperar o busão também.

Aí eu me pergunto: pra que? Vamo a pé, sedentários ! Eu gasto 20 minutos caminhando até minha faculdade e me arrependi amargamente por não ter ido a pé hoje.Agora eu vou embora a pé, pelo menos. Esperar 20 minutos pelo ônibus e ficar mais 30 dentro dele (porque pra voltar demora mais) não estava nos meus planos hoje. Mas pensei em quantas e quantas pessoas já troquei ideia, falei bom dia, boa noite, tive vontade de socar, me esquivei da caatinga alheia, cedi meu assento, tomei o assento (mentira), quantos tombos já levei, quantos barracos presenciei, quantas piadinhas e histórias já escutei e quantas ainda vou escutar.

Apesar de não gostar, faz parte. Sempre agrega alguma coisa na nossa história, ainda que valha menos que um o cocô da mosca do cavalo do bandido. Mas pelo menos foi motivo de post. Ou sei lá, motivo pra reclamar. Bom, é…

Thau, meu busu chegou.




Dia Nacional do Sorvete

Em comemoração ao Dia Nacional do Sorvete, a Sorveteria da Ribeira, a mais tradicional e conhecida sorveteria de Salvador, lançou três novos sabores para celebrar esta data. O evento aconteceu por todo o dia 23 de setembro e começou com degustação no inicio da tarde, passou por música ao vivo e finalizou com a presença da ilustre cantora baiana Margareth Menezes.
Dois dos novos sabores de sorvete foram batizados com nomes de pontos turísticos da Cidade Baixa, fazendo uma alusão ao local onde a Sorveteria está localizada. Humaitá foi o nome escolhido pela mídia, que teve a regalia de experimentar um dia antes do lançamento a nova iguaria de chocolate com menta. Bonfim que tem gosto de torta de limão, foi provado e eleito, por todos os clientes da sorveteria que estiveram lá no dia. Dando continuidade ao Dia Nacional do Sorvte, a Sorveteria da Ribeira, contou com a presença da cantora Margareth Menezes que batizou o terceiro novo sabor, Swing Bom, cantando um trecho da sua música homônima. Perguntamos à estudante de Relações Públicas da Universidade Católica do Salvador, Doralice Lima, uma das organizadoras do evento, o que foi pretendido alcançar com a realização desta ação:

"Com o desenvolvimento do projeto de conclusão de curso da Universidade Católica, foi realizado um planejamento de comunicação e marketing para a Sorveteria da Ribeira e uma das ações executadas foi a celebração do Dia Nacional do Sorvete, que teve como objetivo estreitar o relacionamento com um dos públicos estratégicos da Sorveteria que é a mídia e dar maior visibilidade a esta conhecida empresa." Para concluir, perguntamos a estudante como o público recebeu a inusitada ação:

" De um modo geral, a ação foi bem recebida, já que uniu a tradição e a cultura que são pilares fundamentais da comunidade soteropolitana."



QUERO UM PLANETA COR DE ROSAAAA!!!


Entrevistada: Priscila Albuquerque Sanches, Aluna de Relações Públicas, 22 anos, que adora a cor rosa!


1. Como você chegou à conclusão de que o Rosa é a sua cor favorita?

- O rosa, para mim, é a preservação do meu lado infantil.

2. O que você mais gosta de fazer nas horas vagas?

- Ouvir música, ler e sair com os amigas.

3. Qual o tipo de música você se identifica?

- Apesar de gostar do batidão do funk, eu curto sons alternativos como Teatro Mágico, Céu, dentre outros.

4. E livro? Qual último que você leu e qual está lendo agora?

- Eu li Dez Ajustada de Maria Belmonte. Atualmente estou lendo um lindo livro: Crepúsculo de Stephanie Meyer.

5. Você gosta de moda?O que você mais gosta?

- Adoooro.Acessórios diversos. Bolsas( Candida Specht), broches, pingentes de biscuit.

6. Qual a sua última aquisição?

- Piranhas rosa, verde e lilás e um casaco com detalhes de oncinha. Ah, comprei também um pingente de biscuit no formato de cereja.

7. Conhecendo você, percebe-se que você gosta de novidades. Como você se mantém informada?

-Internet. Vejo blogs, Flickr, Twitter e recebo notícias pelo meu Iphone (rosa).

8. Pra você como deve ser a divulgação de notícias?

- As novas mídias permitem que eu fique informada já que não tenho tempo para tal. Por isso, tudo o que faço e fico sabendo é pela internet.

9. Qual o seu maior desejo?

- Ter um mundo cor de rosa.

10. Como seria esse mundo cor de rosa?

- Onde se prevalece o respeito, com muita música, cultura, arte e tecnologia pra todos( por que não tem coisa pior que uma pessoa sem um celular que não tenha touch screen).

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

A polêmica do diploma

A decisão do STF em relação à não exigência do diploma de Jornalismo para que o cidadão exerça a profissão merece ser analisada. Temos, nesta discussão três grandes públicos, o Governo, os jornalistas de fato, e as escolas de ensino superior de Jornalismo.Comprometido com a democracia, o Governo não hesitou em votar pela não exigência do diploma de jornalismo, uma estratégia visível de reafirmação do Estado como democrático e livre para a expressão verbal e escrita dos seus cidadãos. Esta medida implica diretamente no poder de construção da opinião que os jornalistas têm, e representa, mesmo que disfarçadamente, a preocupação com a imagem e repercussão que as ações do governo passam para os cidadãos e eleitores. Decidir entre fazer o melhor para poucos e fazer o básico para muitos é uma realidade do Estado problemático que é o Brasil. Nada melhor como conter a o avanço, desta vez das idéias, o conhecimento para esconder os cenários e as críticas explanadas e esclarecidas ao público brasileiro pelos grandes pensadores e formadores de opinião, os jornalistas. Sob argumento da democratização da informação o Governo se valeu do momento de difusão da informação que o país se encontra, e aproveitou a oportunidade para destruir uma história de 40 anos de luta que os jornalistas construíram e vinham construindo, pela valorização da informação feita de forma profissional e enriquecida de um grande arcabouço teórico. Os profissionais podem ser qualificados com ou sem a formação acadêmica. Isso é fato incontestável! Também é verdade que na prática existem muitos profissionais que trabalham bem com o Jornalismo sem nunca terem cursado uma faculdade da área. Entretanto, a não exigência do diploma vai acabar desvalorizando esta profissão, principalmente a longo prazo.Num futuro não tão distante, as salas de aula podem esvaziar-se, pois a não obrigatoriedade do diploma pode fazer com que as pessoas acreditem que é uma perda de tempo ficar tanto tempo numa sala de aula aprendendo a ser um jornalista ao passo que esta não é uma exigência do mercado.Num momento em que a informação torna-se cada vez mais democratizada, com amplo acesso da população o conhecimento não pode ser difundido pelos meios de comunicação de maneira impensada. O momento é propício para que haja uma ampliação do mercado para este profissional, porém o que ocorre é um retrocesso e a regulamentação dispensa um requisito que é fundamental para que o exercício da profissão se dê de maneira correta, com base nos conhecimentos teóricos e práticos vivenciados no decorrer da vida acadêmica.Por: Fabiane Pereira, Maína Dimas, Mariana Machado e Simone Vasconcelos.

A democracia da informação?

A sociedade já tem conhecimento que o Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu a obrigatoriedade do diploma para a atuação como profissional de Jornalismo, afirmando ser “um passo significativo em nome da liberdade de expressão”. Esta decisão beneficia ou prejudica a democracia da informação?

Tal situação acarretou inúmeras polêmicas, visto que alguns veículos de comunicação enfatizam que o diploma não é necessário para exercer a referida profissão, pois se trata de uma área de conhecimento em que o “erro não tem conseqüências irreversíveis”. Porém, na prática, uma palavra mal colocada pode ter conseqüências graves a ponto de causar abalos de imagens ou arranhões na reputação de pessoas ou organizações, colocando-as no foco das atenções da opinião pública.

Na seara da Comunicação, as informações fluem de forma progressivamente veloz, desta forma, faz-se necessário que os profissionais desta área trabalhem de forma integrada (quando há uma sinergia de forças, todo o conjunto fica mais forte) e com registros profissionais legais que comprovem a idoneidade dos mesmos. Afinal, transmitir notícias e/ou opiniões é uma tarefa de grande responsabilidade e exige um embasamento teórico, ou seja, não ser diplomado e atuar na área, não é garantia de que estaremos mais próximos da tão desejada democracia da informação, isso nada mais é que uma utopia, visto que muitas informaçãoes circulando ao mesmo tempo gerariam incertezas quanto à sua veracidade.


CLDJ

Valorização do diploma


O Supremo Tribunal Federal (STF) revogou a necessidade do diploma de jornalismo para exercer a função. Isso é horrível para os profissionais da área, pois desvaloriza a profissão e os jornalistas formados. Se nas outras áreas é exigido o diploma, por que com o Jornalismo seria diferente? Como disse o diretor da Faculdade de Comunicação da UFBA ao Jornal A Tarde, Giovandro Marcus Ferreira: “Ser jornalista não é apenas dominar técnicas de fazer perguntas, mas ter embasamento e domínio naquilo que está cobrindo.” E isso é adquirido, precisamente, nas instituições de ensino.
Com a decisão do STF, as escolas não terão liberdade para se concentrarem em áreas determinadas, como por exemplo, a televisão e o rádio, deixando de levar mais conteúdo e prática para os estudantes de jornalismo. Este fator desvalorizará o investimento feito pelos alunos e aumentará o número de “usurpadores” de vagas no mercado de trabalho!!!

CGMV

Diploma


" O Jornal vai continuar privilegiando os jornalistas que têm diploma, mas, na minha opinião, o fim do diploma abre chance de termos profissionais qualificados de outras áreas de conhecimento." (Ranulfo Bocayuva, Dir. Executivo A Tarde.)


O Fato de ter um diploma não significa que será um bom profissional. Vê-se atualmente a necessidade de profissionais multi utilitários, onde pode-se atuar em várias áreas ao mesmo tempo. Ocorre de jornalistas com diploma não conseguir redigir um bom texto que seria de uma enorme facilidade para um profissional de letras ou publicidade, por exemplo.


Lógico que não com o mesmo conhecimento, mas este adiquire-se com o tempo.


O mercado de trabalho pede que tenha o embasamento teórico e prático, tendo-o, busque a multidisciplinaridade, pois, quanto mais puder ajudar a empresa, melhor, tornando-se um profissional essencial o qual a empresa não conseguirá viver sem.