segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
As agências de propaganda por décadas concentraram-se em criação de anúncios. Na década de 90, as agências começaram a participar mais ativamente com a contratante nas definições de marketing. As empresas mudaram de foco no produto para foco no cliente e o principal atributo passou a ser planejamento. Contudo, na prática, o foco ainda continua sendo o produto. Um bom exemplo disto é o astigmatismo publicitário, muito comum na tevê – “que aproveita todos os espaços possíveis para esfregar a propaganda, ou melhor, a marca na cara do telespectador quando é de seu interesse e dever contratual”.
É muito comum observarmos as logomarcas de grandes empresas estampadas em bonés, camisetas e canetas. Esta é uma forma que as organizações encontraram de expor as suas marcas, seja em pessoas públicas ou não. Como foi abordada no subtítulo da matéria da Carta Capital de 22 de abril de 2009, esta “arte” de borrar marcas e logotipos, seja em assassinos ou em mulheres-melancia (assunto do momento), poderá acarretar em prejuízos à imagem da organização, uma vez que se pode relacionar a marca à pessoa que utiliza alguns desses instrumentos de divulgação.
Importante salientar que esta exposição massiva das marcas gera, não somente prejuízos, mas também benefícios à empresa. A matéria de Carlos Leonam e Ana Maria Badaró emite juízo de valor quando afirma a importância de uma empresa expor a sua marca na mídia, mas com cautela para que a mesma não seja “vulgarizada”.
Outros fatores que devem ser levados em consideração quando o assunto é análise crítica da situação do mercado publicitário são as mudanças comportamentais, decorrentes das novas tecnologias. Elas ampliam e facilitam a oferta de serviços e, por isso, o profissional da publicidade deve se adaptar às constantes mudanças tecnológicas. A presença de novos meios de comunicação de massa, como as emissoras a cabo e a internet possibilitou a segmentação do mercado e uma maior exposição das marcas, fato que gera maior lucratividade para os anunciantes.
Importante destacar que tudo isso requer estudos e pesquisas específicas sobre cada segmento mercadológico que se deseja atingir, assim como estratégias comunicacionais adequadas a cada perfil de classe e categoria de consumidor. A conseqüência da má utilização da marca é a associação de uma organização competente a uma imagem negativa. A propaganda será cada vez mais importante como arma de competição entre marcas e haverá de se apropriar de outras formas de comunicação para introduzir novos conceitos e idéias sobre consumo.
Caroline Barreto, Clarissa Mesquita e Lorena Sales.
Imprensa é paga para mentir
Contudo, faz-se muito presente em alguns veículos de comunicação o uso de um jornalismo “às avessas”, com divulgação de fatos de modo sensacionalista pela imprensa, com propósito deliberado de gerar impacto diante da opinião pública, influenciá-la e/ou desviar os olhares de um assunto em discussão. É comum também que os noticiados se sintam inconformados com as notícias acerca de seu posicionamento, ação, ou qualquer que seja o fato que o levou a virar notícia. Esta realidade é trivial no meio político, onde tudo deveria ser publicamente divulgado e feito para a população, mas a prática destoa desta teoria. O que ocorre neste ambiente, onde o poder se sobrepõe a ética ou o moralismo, é um caráter duvidoso que resulta em um redimensionamento das informações para se adequar às normas, mas que nas entrelinhas sempre existe um pouco de malícia ou de “terceiras intenções”.
O ministro Juca Ferreira atribuiu à imprensa um caráter sensacionalista, ao afirmar que os jornalistas são pagos para dizer mentiras e, consequentemente, produzir “factóides”. É fato que existe jornalista que utilizam sua profissão para disseminar opiniões pessoais e que nada tem a ver com o interesse da população acerca do tema, mas não é por isso que a liberdade de imprensa deve existir. Não há como culpar e punir a todos, tampouco generalizar no julgamento de opiniões deste tipo, por conta de uma parcela destes profissionais que fazem da sua profissão um exercício do “não-jornalismo”.
Nessa briga pelo poder, alguns fatos são interpretados de modo parcial e o resultado disso são as distorções da realidade e produção de notícias que tem o propósito de um “factóide”, ou seja, gerar deliberadamente um impacto diante da opinião pública de forma a manipulá-la de acordo com as aspirações de poderosos grupos que se utilizam de sua influência na mídia.
Tem imprensa que é paga para mentir, outra para omitir. Com isso, é preciso saber buscar as melhores e mais variadas fontes, bem como ter como prática constante, o diálogo com o próximo, para que os conteúdos produzidos pelos jornalistas não sejam encarados como verdades absolutas, mas como fatos que merecem atenção especial e interpretações, pois são passíveis de erros e opiniões pessoais que nem sempre refletem a realidade dos fatos.
Fabiane Pereira e Maína Dimas
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Será que o Twitter vinga?
Caroline Barreto, 22 anos, estudante de Relações Públicas: “Ferramenta de comunicação bem construída, porém má utilizada. Possuidor de uma bela função: transmitir informações de forma interativa. Bem como outras ferramentas de comunicação, o Twitter possui vantagens e desvantagens e cabe a cada um dos “twitteiros” utilizá-lo da forma mais adequada.”
Clarissa Mesquita, 21 anos, estudante de Relações Públicas: “O Twitter não tem muito tempo de vida, pois rapidamente criarão outro miniblog para substituí-lo. Prefiro textos maiores e mais explicados, pelo menos no que tange ao jornalismo. Acho o blog mais interessante.”
Fabiane Pereira, 27 anos, estudante de Relações Públicas: “O Twitter é mais uma ferramenta disponibilizada na internet para que população se comunique com o mundo de maneira rápida, objetiva e eficaz, tal qual é o ritmo de vida de grande parte das pessoas. Em minha opinião ele vai vingar sim e seu uso vai ser difundido cada vez mais, por possibilitar o acesso a um conteúdo especificamente escolhido pelo próprio usuário em sua página pessoal.”
Jefferson Santos, 22 anos, estudante de Relações Públicas: “Para o Twitter se estabilizar melhor ele terá que começar a ser utilizado com uma outra abordagem. Atualmente boa parte das pessoas que utilizam este tipo de mídia o faz de maneira bastante descompromissada, porém, já existem outras opções melhores que possuem este tipo de abordagem como o MSN, por exemplo. Acho que a melhor possibilidade de o Twitter dar certo é se começarem a usá-lo de maneira mais séria.”
Laís Braga, 22 anos, estudante de Relações Públicas: “Tenho a concepção de que é um meio de comunicação onde as pessoas interagem com sua informações, muitas vezes desnecessárias, ao invés de ter como objetivo acrescentar informações, sejam elas importantes do cotidiano, notícias interessantes, enfim, algo que realmente nos acrescentasse e nos deixasse informados sobre tudo da realidade. Um meio onde poderia ter informações, está tomando um outro rumo e “caindo” em um simples bate-papo, com comentários “chulos”. Por isso, não vingará”
Lorena Sales, 21 anos, estudante de Relações Públicas: “Definitivamente os sites de relacionamento vieram para ficar. Acredito que o Twitter, assim como todos os outros sites e blog’s já existentes, será substituído, mas nunca esquecido. Todas as ferramentas de comunicação tem suas vantagens e desvantagens, desta forma, se o Twitter for alimentado frequentemente com informações verídicas pode ser tornado uma excelente oportunidade para nós, enquanto Comunicólogos, de divulgar e colher informações de maneira mais rápida., além de interagir a respeito delas gerando críticas – às quais podem ser contributivas às pessoas ou organizações.”
Maína Dimas, 23 anos, estudante de Relações Públicas: “Na minha opinião o Twitter vinga sim. Acredito que esta ferramenta pode ser muito bem utilizada por empresas e a população em geral. Temos que abrir a mente e começar a enxergar oportunidades, fugindo da ideia de que o Twitter só tenha conteúdos inexpressivos ou fúteis, pois o que é fútil pra você, pode não ser fútil pra mim. Levando-se em consideração que as pessoas julgam como fútil aquilo que não seja do próprio interesse.”
O ''busu'' nosso de cada dia

É irrevogável que a maioria dos estudantes fazem uso do transporte coletivo todos os dias, mais conhecido como o busão nosso de cada dia. E se tem uma coisa que incomoda é o transporte coletivo. Incomoda por vários fatores:
- São 35 minutos perdidos do meu dia
- Os pedintes cara-de-pau ( nossa tem cada um que vc não acredita)
- O encosta daqui, encosta dali, tropeça de lá e taca a bolsa na sua cara aqui também insulta o meu humor;
- As freadas que os nossos motoristas carinhosos e fofinhos dão só contribuem ainda mais com os hematomas espalhados pelo corpo.
- Tem a parte chata de esperar o busão também.
Aí eu me pergunto: pra que? Vamo a pé, sedentários ! Eu gasto 20 minutos caminhando até minha faculdade e me arrependi amargamente por não ter ido a pé hoje.Agora eu vou embora a pé, pelo menos. Esperar 20 minutos pelo ônibus e ficar mais 30 dentro dele (porque pra voltar demora mais) não estava nos meus planos hoje. Mas pensei em quantas e quantas pessoas já troquei ideia, falei bom dia, boa noite, tive vontade de socar, me esquivei da caatinga alheia, cedi meu assento, tomei o assento (mentira), quantos tombos já levei, quantos barracos presenciei, quantas piadinhas e histórias já escutei e quantas ainda vou escutar.
Apesar de não gostar, faz parte. Sempre agrega alguma coisa na nossa história, ainda que valha menos que um o cocô da mosca do cavalo do bandido. Mas pelo menos foi motivo de post. Ou sei lá, motivo pra reclamar. Bom, é…
Thau, meu busu chegou.

Dia Nacional do Sorvete
Em comemoração ao Dia Nacional do Sorvete, a Sorveteria da Ribeira, a mais tradicional e conhecida sorveteria de Salvador, lançou três novos sabores para celebrar esta data. O evento aconteceu por todo o dia 23 de setembro e começou com degustação no inicio da tarde, passou por música ao vivo e finalizou com a presença da ilustre cantora baiana Margareth Menezes.
Dois dos novos sabores de sorvete foram batizados com nomes de pontos turísticos da Cidade Baixa, fazendo uma alusão ao local onde a Sorveteria está localizada. Humaitá foi o nome escolhido pela mídia, que teve a regalia de experimentar um dia antes do lançamento a nova iguaria de chocolate com menta. Bonfim que tem gosto de torta de limão, foi provado e eleito, por todos os clientes da sorveteria que estiveram lá no dia. Dando continuidade ao Dia Nacional do Sorvte, a Sorveteria da Ribeira, contou com a presença da cantora Margareth Menezes que batizou o terceiro novo sabor, Swing Bom, cantando um trecho da sua música homônima. Perguntamos à estudante de Relações Públicas da Universidade Católica do Salvador, Doralice Lima, uma das organizadoras do evento, o que foi pretendido alcançar com a realização desta ação:
QUERO UM PLANETA COR DE ROSAAAA!!!
