
“Juro consagrar minha vida a serviço da Humanidade... Praticarei a minha profissão com consciência e dignidade...Manterei o mais alto respeito pela vida humana, desde sua concepção.” Esses são alguns trechos do Juramento feito por todos que se formam em Medicina. Mas será que Roger Abdelmassih estava atento a estas palavras?
O médico especialista em fertilização acabou por interromper sonhos de uma vida inteira, há casos em que mulheres se tornaram inférteis (que contradição!!!!), conseqüência dos atos desse “médico” que foi acusado de praticar crimes sexuais contra suas 56 pacientes - caso denunciados até então - as quais muitas vezes não tinham direito à defesa, pois se encontravam anestesiadas.
Após uma semana de prisão, com Hábeas corpus negado, o Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo) suspendeu o registro profissional de Roger. Este caso não é um “espetáculo circense”, como afirma o advogado do réu, no Jornal Folha de São Paulo do dia 20 de agosto de 2009, mas sim um alerta para que outras mulheres que necessitam passar por este tratamento.
“A falta de ética é inadmissível em qualquer profissão, mas quando se trata de vidas e sonhos o cuidado deve ser ainda maior. Neste caso, o que nós e toda a sociedade espera é que esse médico que se aproveitou da fragilidade de muitas mulheres, as quais estavam em busca da concretização do seu maior sonho, seja punido com todo o rigor da lei, uma vez que o seu caso já está sendo julgado como o ‘ maior ataque sexual da história do país’ ”.
CCL
O médico especialista em fertilização acabou por interromper sonhos de uma vida inteira, há casos em que mulheres se tornaram inférteis (que contradição!!!!), conseqüência dos atos desse “médico” que foi acusado de praticar crimes sexuais contra suas 56 pacientes - caso denunciados até então - as quais muitas vezes não tinham direito à defesa, pois se encontravam anestesiadas.
Após uma semana de prisão, com Hábeas corpus negado, o Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo) suspendeu o registro profissional de Roger. Este caso não é um “espetáculo circense”, como afirma o advogado do réu, no Jornal Folha de São Paulo do dia 20 de agosto de 2009, mas sim um alerta para que outras mulheres que necessitam passar por este tratamento.
“A falta de ética é inadmissível em qualquer profissão, mas quando se trata de vidas e sonhos o cuidado deve ser ainda maior. Neste caso, o que nós e toda a sociedade espera é que esse médico que se aproveitou da fragilidade de muitas mulheres, as quais estavam em busca da concretização do seu maior sonho, seja punido com todo o rigor da lei, uma vez que o seu caso já está sendo julgado como o ‘ maior ataque sexual da história do país’ ”.
CCL
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